Apesar de tudo, O Que Faz Uma Blogueira De Moda?

27 Nov 2018 07:22
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<p>Mesmo de plant&atilde;o no encerramento de semana, dei um jeitinho e tive o entusiasmo de ver mais uma vez a uma exposi&ccedil;&atilde;o da extenso cantora Ekena (com Vinicus Lima) no Al Janiah. Tamb&eacute;m descobri tempo com inten&ccedil;&atilde;o de curtir os covers saborosos da banda Tokakela no niver da Andrea, pela Carauari. E ainda ‘fiz parte’ de um grupo de artistas sovi&eacute;ticos que discutiam o papel social da arte e lutavam por liberdade de senten&ccedil;a na Combina&ccedil;&atilde;o Sovi&eacute;tica dos anos 70 (no video ‘Doblatov‘). Curiosamente, as reinvindica&ccedil;&otilde;es e as perguntas levantadas no longa russo s&atilde;o bem iguais &agrave;s que ou&ccedil;o da boca de escritores e m&uacute;sicos nos saraus de nossas periferias.</p>

<p>O que me faz reflexionar sobre isto os abundantes modos que os sistemas opressivos (diversos deles ditos ‘democr&aacute;ticos’) t&ecirc;m pra confinar e marginalizar a posi&ccedil;&atilde;o e a arte dos que lhes s&atilde;o opositores (ou s&atilde;o, simplesmente, artistas independentes, inquietos e livres). L&aacute; (nos anos 70) como c&aacute; (em &eacute;ssep&ecirc;, 2018), a liberdade &eacute; aquela flor tenra que necessita ser regada e protegida.</p>

<p>N&atilde;o deixemos que a pisoteiem (t&aacute; cheio de ‘candidatos’ a isso por a&iacute;). Respirar o perfume da autonomia &eacute; o que nos move. Here, there and everywhere. J&aacute; escrevi por aqui, sobre n&oacute;s, artistas da ‘resist&ecirc;ncia’ brasileira, contudo vale assim como pros escritores russos do filme: “mesmo que ningu&eacute;m noticie, tem sarau a doar com pau, canais superlegais, coletivos ativos, teatros lotados e bandas &agrave;s pampa comemorando anivers&aacute;rio.</p>

<p>Insiste e n&atilde;o desiste o nosso movimento que o corte no or&ccedil;amento n&atilde;o desmonta. Vontade crescente de gente louca e estabelecida seguindo em frente. Caminhando e cantando e botando seu bloco na avenida. Construindo m&uacute;sica pol&iacute;tica carnaval e cultura. Compondo versos de luta na unha e sem rancor. N&oacute;s e nossas bandeiras trincheiras de flor.</p>

<p>Nossa arma &eacute; nossa arte nossa bala &eacute; nosso afeto. Sim, a gente EXISTE! Obrigado com finalidade de quem resiste”. Moska est&aacute; na cidade. Sou superf&atilde; de tuas levadas e letras. Se voc&ecirc; admira um servi&ccedil;o pop com temas inteligentes e melodias maravilhosas, n&atilde;o deixe de ir neste show. Ouvi apresentar de Paulinho Moska primeiro no grupo vocal Garganta Profunda (que cantava Beatles, Jobim e &oacute;peras medievais), depois na banda de pop-rock Inimigos do Rei (dos divertidos hits Uma Barata Chamada Kafka e Adelaide).</p>

<p>Foi por este ano tamb&eacute;m que Moska iniciou interc&acirc;mbio musical com artistas da Am&eacute;rica do Sul. Gravou “A Idade do C&eacute;u”, vers&atilde;o sua pra “La Edad del Cielo”, do uruguaio Jorge Drexler. Depois, Drexler participou de seus shows no Brasil e o levou para apresenta&ccedil;&otilde;es no Uruguai e pela Argentina, onde se aproximou do argentino Kevin Johansen, que participaria do &aacute;lbum ao vivo “Muito Pouco Pra Todos”.</p>
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<p>’, constru&iacute;do pelo carnavalesco Paulo Barros. Noticiando eventos facultativos nesse site, topei com os shows que um correto Videoclube Charada promovia na sua sede, em Sapopemba, na ZL. Soube depois que Gilberto Petruche, o dono, h&aacute; longo tempo fazia do recinto um point de resist&ecirc;ncia cultural para encontro de bandas e shows de artistas facultativos.</p>

<p>Rica Bigio Calado fornece o show ‘Calado! ’, um recital-documentário para contrabaixo, eletrônica e vídeo, fundamentado no livro homônimo, ainda não publicado, de teu pai, Stenka Calado. A peça conta o assassinato de Jaime Calado, jornalista e filiado do Partido Comunista Brasileiro, em 1949, durante manifestação contra Plínio Salgado, líder integralista (o fascismo brasileiro), em Fortaleza, Ceará.</p>

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